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Que a terceira equipa que entrará em campo no clássico, seja imune às pressões e não se deixe condicionar


O F.C.Porto continua a preparar o clássico do dia dos enganos com a tranquilidade possível, esperando que nos jogos das selecções que faltam, ninguém se magoe, todos os que estão ao serviço dos seus países - Maxi, Layún, Danilo, Rúben Neves, Herrera, Diogo Jota, André Silva e Rui Pedro -, possam chegar em condições de defrontar o Benfica/clube do regime. Enquanto os propagandistas vão alimentando a chama com objectivos que até um cego vê, no Olival prepara-se a equipa para um jogo que pode valer uma época. Não vamos à Luz com arrogância, fiados em estatísticas favoráveis ou momentos de forma que nestes jogos não contam - na época passada o F.C.Porto tinha perdido em casa com o Arouca num jogo que deixou marcas e venceu na Luz -, vamos cientes do nosso valor, mas com respeito pelo adversário, apenas com receio que a terceira equipa possa não ter capacidade para se mostrar imune à pressão que está aí, vai continuar, não vai parar até ao final do jogo. Esperemos que seja quem for o nomeado, tenha para além da capacidade para a função, a experiência e coragem de não se deixar condicionar, esteja preparado para aguentar o barulho e a contestação que vai surgir a cada apitadela contra a equipa da casa. Seria muito mau se não fossem os treinadores com as suas tácticas e estratégias, o talento dos jogadores e o apoio, sempre importante do público, a decidir o clássico, quiçá, o título. Não dou palpites sobre quem deve ser o árbitro, mas fica o desejo antes de ser conhecida a nomeação.

Soltas made in panfleto da queimada:
Quem se lembra deste jogo e em particular do extraordinário golo de Celso, na conversão de um livre a mais de 30 metros? Quem se lembra e tem bem presente na memória o canhão do central brasileiro, esqueça, esse golo tem uma história muito feia, mesmo muito feia... - leiam clicando na foto do lado esquerdo. Quem diz? Pois, Manuel José, esse ressabiado que se afirma muito corajoso, muito frontal, homem de carácter, mas não me lembro de na altura ter dito alguma. Porque vem agora, passado mais de 30 anos, falar do assunto e ainda por cima, atirando a pedra, mas escondendo a mão? Há gente que não muda, nem o tempo que para tudo costuma ser bom conselheiro os faz ultrapassar décadas de azia e ressentimento.

É legítimo um jornalista, Pedro Soares, no panfleto da queimada tratar o líder da claque Super-Dragões, por Fernando Macaco Madureira? Não!

Pode um jornal que tem como sub-directores, ou directores-adjuntos, não sei, o freteiro com calo no cu como o macaco, Delgado e o Reco-reco Guerra, ser considerado um jornal isento e sério? Não!
A propósito do último, só faltava ele sair a terreiro e tomar as dores do seu querido Benfica/clube do regime e do seu amadíssimo Vieira. Para o Reco-reco Guerra a agressão a Pedro Proença por parte de um adepto do Benfica/clube do regime nunca existiu. Nunca houve um adepto do Benfica/clube do regime que invadiu o campo e apertou o pescoço a um árbitro assistente. Nunca adeptos do Benfica/clube do regime foram condenados em tribunal por ameaçarem árbitros e seus familiares. Todos os males do futebol português têm cor azul, não é Reco-reco Guerra?

A vontade que, à imagem da máquina de propaganda Nazi, cujo ideólogo era Joseph Goebbels, e cujo lema passava por repetir muitas vezes uma mentira para que fosse encarada como uma verdade absoluta, é tanta, que no panfleto da queimada o homem que colocou o laço na encomenda, Miguel Cardoso Pereira, até disse que a invasão foi no centro de treinos dos árbitros... em Gaia! Não houve invasão e o acontecimento, umas bocas no meio da rua, foi na Maia.
Organizem as encomendas, assim dá muito nas vistas.

Ó Pimpim Pam Pum, cada bola mata um, prá-galinha e pró-perú, quem se livra és... tu!, será que nas histórias do clássico vais colocar o célebre Benfica 0 - F.C.Porto 5?

Com o patrocínio do chiqueiro da queimada, o ridículo continua na ordem do dia


Ora bem, situemo-nos:
No Europeu de França que teve lugar no ano passado e nos primeiros jogos de Portugal, havia muitos portugueses nas bancadas, mas não havia um apoio organizado, era tudo muito desgarrado, facilmente os adeptos dos adversários, mesmo estando em minoria, notavam-se mais. A selecção tremia, não ganhava, chegou a estar em risco o apuramento para a fase seguinte. A equipa tinha de melhorar, mas também era preciso organizar o apoio. Era fundamental que tantos portugueses nos estádios se fizessem sentir mais e melhor, essa vantagem se traduzisse num verdadeiro e entusiástico apoio à selecção das quinas. Para isso foi criada a claque de Portugal, liderada por Fernando Madureira (Macaco) dos Super-Dragões e que incluía outros líderes e membros de várias claques. O apoio melhorou substancialmente, foi importantíssimo na conquista do Euro, facto reconhecido ao mais alto nível, mas principalmente junto dos jogadores que sempre souberam valorizar esse apoio. Na final e em condições muito difíceis, mesmo em clara minoria, a claque de Portugal deu um verdadeiro show, fez-se notar e de que maneira, contribuiu bastante para o histórico sucesso da selecção comandada por Fernando Santos. Durante esse período alguém se manifestou contra a claque de Portugal, a sua composição e a sua liderança? Não, ninguém! A claque de Portugal extinguiu-se após o feito histórico no Euro 2016? Não. Nos jogos da fase de apuramento para o Mundial 2018, não houve claque de Portugal? Houve, sempre. Então porque carga de água não devia de haver no importantíssimo jogo frente à Hungria? Porque era na Luz e o Benfica/clube do regime, não queria? A ser verdade que a FPF agora se põe de fora, não queria claques na Luz e até diz que não há, nunca houve nem haverá claque de Portugal, é lamentável, confirma a minha teoria sobre a vassalagem e subserviência ao Benfica/Clube do regime. Mas e coloca-se um grande mas, então quem esteve na génese da criação da claque de Portugal durante o Euro 2016? E na sua presença nos jogos da fase de apuramento disputados até ao momento? Tudo nasceu de geração espontânea, da boa vontade do Macaco e de outros membros e líderes de claques?

E vamos aos cânticos.
Aproveitando tudo que aparece e que sirva os seus objectivos de pressionar, condicionar, agitar e incendiar o clássico do próximo sábado, o Benfica/clube do regime, mais aqueles que estão sempre prontos a baixar a cueca para o servir - o mais constante e paradigmático exemplo é o chiqueiro da queimada -, agora fazem de papel virgens ofendidas, vitimizam-se, ameaçam, tudo porque ficaram muito incomodados com os cânticos anti-Benfica da claque de Portugal. Mesmo sendo fora do estádio, vamos aceitar que não deviam ter acontecido. Mas sobre as provocações de quem estava à espera da chegada da claque para provocar, insultar, etc., nada? E o que aconteceu ao presidente da Assembleia Geral do Sporting, que se não fosse a polícia ter agido rápido e bem, podia ter sido agredido e com consequências graves, foi culpa de quem? Da claque de Portugal?
Como sou do tempo em que a instalação sonora do estádio da Luz, à entrada do F.C.Porto em campo, passava a música do bandoleiro dedicada a Pinto da Costa, estou à vontade para dizer que nisto dos cânticos, não há bons de um lado e maus do outro, todos têm culpas no cartório nesta matéria, não há anjos e demónios e basta olhar para a foto da esquerda para concluir que até estou a ser simpático, atendendo ao currículo que têm alguns membros dos No Name Boys
Portanto, como o medo que o clássico corra mal e o tão ambicionado tetra vá para ao galheiro, é muito e o ridículo não mata nem paga imposto... todo este chinfrim que Benfica/clube com a ajuda dos mesmos de sempre, uma comunicação social de cócoras, tem apenas o objectivo que está bem definido e não vale a pena tornar a repetir qual é.

O futebol português tem problemas, mas o maior de todos eles, é o Benfica/clube do regime. É a arrogância do mais maior, melhor grande clube do mundo, a mania de que somos "seis milhões", poderosos, portanto estamos acima de tudo e de todos, podemos fazer o que queremos, ai daqueles que não se curvem, não prestem vassalagem, não sejam subservientes. E o segundo problema passa pela exigência de uma comunicação social séria e não cheia de freteiros, recadeiros, gente sem carácter e vergonha na cara. Sim, porque agora como não há jornalismo, há comércio de papel e audiências para gerir e o medo está instalado, as consequências são a falta de isenção, rigor,  equilíbrio e  equidistância, agora para agradar à maioria, vale tudo, pisa-se a ética, manda-se às malvas a honestidade e a seriedade. É isto que se está a passar actualmente e passa-se sempre que os objectivos do Benfica/clube do regime são colocados em causa. E não é só no futebol... O melhor argumento para confirmar esta teoria, é aquilo a que temos assistido. Enquanto o desígnio da conquista do tetra parecia facto consumado, tudo corria na Santa Paz do Senhor, quando o desígnio ficou ameaçado é este espectáculo diário, ridículo e surreal.
Pela parte que me toca, recuso-me a vergar, fui habituado a resistir, sou apologista do lema, mais vale quebrar que torcer.

Porque nem todos têm acesso à minha página do facebook, fica o post que lá deixei ontem:
«Benfica pede reunião à FPF, Liga e também ao Governo, por causa desta foto.
Mas o que é isto? Lenda na Luz... só o Eusébio!»

O que pretende o clube do regime com estas atitudes? Ganhar o clássico, administrativamente, sem jogar?


Primeiro foi a muito badalada, promovida e folclórica ida ao Conselho de Arbitragem - o clube mais beneficiado pelos árbitros nos últimos anos queixar ao Conselho de Arbitragem... Depois foi a ausência na Gala da FPF, ausência justificada com um comunicado vergonhoso e insultuoso das instituições, de tal forma que imediatamente o Conselho de Disciplina lhes instaurou um processo disciplinar. Agora, nova falta de comparência, boicote, desta vez ao Portugal - Hungria que se disputa no estádio da Luz e um pedido de audiência à FPF e à LPFP. O que pretende o Benfica/clube do regime com estas atitudes? Ganhar o clássico do dia 1 de Abril, administrativamente, sem jogar? Não, como é óbvio, a desfaçatez não chega a tanto, embora eles gostassem muito. Visa apenas pressionar e condicionar tudo e todos, provocar, agitar e incendiar o jogo frente ao F.C.Porto. Apesar da derrapagens portista na última jornada, o medo, pânico mesmo, que o clássico lhes corra mal, apoderou-se do universo benfiquista, desde o topo até à base e é bem latente no que se vai lendo e ouvindo por aí, tanto na propaganda interna como na externa, leia-se, comunicação social capturada. Só isso justifica este desvario dos últimos dias. Mas preparemo-nos, até ao clássico ainda vem mais do mesmo. No que nos diz respeito, não nos devemos deixar perturbar, nem condicionar. Só temos de trabalhar com tranquilidade e bem para um jogo importantíssimo e que vai exigir muita disponibilidade física e principalmente, mental.

Notas finais:
Será que as manchetes do panfleto da queimada e da lixeira desportiva da Cofina, com o Portugal vs Hungria a ser colocado de ladeques para dar lugar a Mitroglou e Podence, já são consequência do boicote do Benfica/clube do regime, à selecção?

- Senhor Ministro das Finanças, senhor Ministro das Finanças, é verdade que o Governo vai criar um novo imposto? Isso já tem a ver com declarações do um vice-presidente que fala em apelo ao Governo?

- É verdade, é verdade...

- Mas porquê, o que levou o Governo a tomar essa decisão?

- Se o Benfica passa a vida a choramingar, considera-se desrespeitado pelas instituições que regem o futebol português, vitimiza-se, queixa-se, queixa-se, queixa-se e amua, amua, amua e faz queixa ao Governo... Criamos um imposto sobre o ridículo. Como eles abusam e são seis milhões... é só fazer as contas...

Agora são os bilhetes para o clássico de 1 de Abril


Comportando-se como jornal oficial do Benfica/clube do regime, eles aí estão, os vendilhões do templo, da queimada, promovendo o clássico como se só existisse uma equipa e um objectivo, a vitória do Benfica/clube do regime. Coerência na falta de isenção e na vergonha na cara, é o que não lhes falta.
Para além da manchete de hoje, mais uma ao nível de quase todas que são publicadas naquela quinta onde o cheiro é insuportável, hoje o freteiro com calo no cu como o macaco, Delgado, junto com outro artista que emergiu não faz muito tempo e tem nome de craque da bola, Ricardo Quaresma, saíram a terreiro para mostrar preocupação com a questão dos bilhetes para o Benfica/clube do regime versus F.C.Porto. O freteiro, esse até vai mais longe, acha a declaração publicada pelo líder dos Super-Dragões no facebook, inaceitável, um apelo à subversão e estranha o silêncio, que qualifica de ensurdecedor, das entidades que devem zelar pelo futebol português.

Vamos lá ver: qualquer adepto do futebol que tenha bom senso, obviamente deseja que não haja problemas, tudo corra bem, o clássico seja um grande espectáculo dentro e fora do campo. O que é extraordinário é que esta gente da queimada só desperta para estas situações quando se trata da ida do  F.C.Porto à Luz, como se quando o jogo se disputa no Dragão não aconteça a mesma coisa. Ora, é ,preciso dizer a essa gentinha que as claques do F.C.Porto, Super-Dragões e Colectivo 95, estão legalizadas, sabe-se quem são os seus responsáveis, caso aconteça algum problema a polícia sabe a quem se dirigir... ao contrário das claques do Benfica/clube do regime, que estão fora-da-lei e sobre isso, nunca nenhum dos citados artistas mostra qualquer preocupação, nunca ouvimos ou lemos o freteiro com calo no cu como o macaco, Delgado, mostrar preocupação, estranhar o silêncio das entidades que devem zelar pelo futebol português. Mais, nos últimos tempos e nos clássicos em Lisboa, tanto na ida do F.C.Porto a Alvalade como à Luz, não tem havido qualquer problema, o mesmo não acontece nas vistas de Sporting e Benfica/clube do regime, ao Dragão.

Há quem diga que não devemos ligar, eles sempre foram assim. Discordo. Temos de ligar, denunciar e combater esta escumalha. Foi assim, agindo sempre de forma sectária, facciosa e desonesta, que se foi criando uma imagem errada e que faz de nós, portistas, os maus da fita, gente com todos os defeitos, enquanto os nossos rivais e em particular o Benfica/clube do regime, aquilo é tudo boa gente, uns anjinhos a quem só faltam as asas. O caso das claques e dos bilhetes, é apenas mais um exemplo, como são exemplos o bom ou mau anti-jogo, como se viu ainda no último fim-de-semana; nas ameaças aos árbitros; nos méritos ou deméritos de quem ganha; ou em muito outros casos em que o F.C.Porto sai sempre a perder.

Nota final:
José Couceiro continua a tentar justificar o injustificável, o vergonhoso anti-jogo que a sua equipa praticou no Estádio do Dragão. Falar de possíveis erros do árbitro, em lances de difícil avaliação, para dizer que a sua equipa também tem razões de queixa, só dá vontade de rir.
- Ó homem, uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa. Por mais que o panfleto da queimada te tenha aumentado o espaço para te justificares.

Senhores presidentes da FPF e LPFP, expliquem-me como se eu fosse muito burro...


- Senhores presidentes da Federação Portuguesa de Futebol(FPF) e da Liga Portuguesa de Futebol Profissional(LPFP), doutores Fernando Gomes e Pedro Proença, importam-se de explicar como se eu fosse muito burro, o seguinte:
Então o Benfica/clube do regime, faltou à Gala Quinas de Ouro da FPF e para justificar a ausência, publicou um comunicado arrasador para com as duas principais instituições do futebol português e que os senhores dirigem. Esse comunicado foi de tal ordem que valeu ao Benfica/clube do regime, um processo disciplinar instaurado pelo Conselho de Disciplina. E mesmo com esse processo a decorrer, os senhores marcaram presença na festa de aniversário do Benfica/clube do regime? Doutores Fernando Gomes e Pedro Proença, ao estarem presentes, prestaram um péssimo exemplo, deram um sinal errado para o país do futebol.
Senhores presidentes, devia haver limites para a vassalagem e subserviência.
Quem se deve estar a rir é Rui Gomes da Silva, o popular Chouriço, que hoje no panfleto da queimada rejubila com aquilo que define de luta contra o sistema - ah, ah, ah! Chama-lhe p... - ao mesmo tempo que reivindica os méritos da estratégia do Benfica/clube do regime, cujo lema, diz o Chouriço, tem de ser sempre, olho por olho, dente por dente.

Ainda a propósito e também na comemoração do 113º aniversário do Benfica/clube do regime e que teve lugar no Campo Pequeno - local apropriado e que revela bom gosto -, ao ver José Eduardo Moniz deitar faladura, não pude deixar de sorrir... veio-me imediatamente à memória o ditado, mudam-se os tempos mudam-se as vontades.
É meus amigos, como podem ver pela foto da esquerda, já passou muita água por baixo das pontes desde que José Eduardo Moniz era o ponta-de-lança dos espanhóis que que tentaram tomar de assalto o Benfica/clube do regime.
José Eduardo Moniz, dizia o panfleto, na altura pela pena do freteiro com calo no cu como o macaco, Delgado, era apenas parte de uma estratégia de grandes dimensões.
Agora é vice-presidente e administrador do Benfica/clube do regime.

Nota final:
O Canelas devia agradecer ao Chouriço tanta publicidade. Convidem-no a ir a Canelas e se ele aceitar convidem-me também...

Aproveitar a pausa para limpar as cabeças, na Luz é preciso um Dragão mentalmente à prova de bala


Esta pausa para compromissos com as selecções, era, antes do que aconteceu na noite de domingo, para os portistas, uma pausa mal-vinda. O F.C.Porto estava com uma excelente dinâmica, nove vitórias consecutivas no campeonato, as duas últimas conseguidas com facilidade, de goleada, jogava bem, maldita paragem, era  o nosso sentimento. Ir à Luz, no mínimo, a um ponto do Benfica/clube do regime, era fundamental, bati várias vezes nessa tecla. É o que vai acontecer, mas com o empate frente ao anti-jogo sadino e desperdiçada a oportunidade de ir a Lisboa na frente do campeonato, as coisas alteraram-se, agora esta pausa até pode ser benéfica. E pode ser benéfica porque da equipa que em condições normais deve ser titular na Luz, Casillas, Maxi, Felipe, Marcano e Alex Telles, Danilo, Óliver e André André, Corona, Soares e Brahimi, só o lateral-direito uruguaio e o trinco internacional português, não estão a trabalhar no Olival. Nuno Espírito Santo(NES) pode assim trabalhar a parte física, a táctica, a estratégia e, principalmente, a mente com aquela que é, salvo as duas excepções referidas, a equipa que será titular na Luz. E se digo, principalmente, a questão mental, é porque embora haja sempre coisas a melhorar numa equipa de futebol, a equipa do F.C.Porto já tem automatismos, processos definidos, organização, à coesão defensiva que foi assimilada desde muito cedo na época, já junta um meio-campo que funciona - com três médios - e um ataque que ganhou muito com a chegada de Soares. Ora, tudo isso não se perde só porque um jogo não correu bem, não será na qualidade de jogo que se notarão diferenças no dia 1 de Abril. Penso até que nesta altura o F.C.Porto, como equipa, está mais forte que o Benfica/clube do regime. Portanto, é importantíssimo aproveitar bem estes dias para limpar cabeças, ultrapassar as expectativas defraudadas, o passo em falso de domingo passado, porque na Luz é fundamental um Dragão mentalmente forte, com raça, alma, coragem e nervos de aço. Só assim a equipa de NES estará em condições para enfrentar um ambiente difícil, onde as provocações vão ser muitas, a pressão também, uma arbitragem que terá vida complicada, em caso de dúvida, apitará contra o F.C.Porto, não tenhamos qualquer dúvida acerca disto.
Tenho lido declarações de vários jogadores do F.C.Porto, por exemplo, Herrera, Alex Telles, Felipe e Corona, que vão no sentido que o empate frente ao Vitória anti-jogo F.C., ficou para trás das costas, o Dragão estará na Luz com a chama alta e pronto para tudo, conseguir um resultado que lhe permita continuar na luta pela conquista o título. É um bom sinal e como esta equipa tem mostrado carácter, atitude e crença, merece crédito, que acreditemos que no dia dos enganos não seremos nós os enganados...
Quanto aos adeptos, esses, só não estarão na Luz muitos mais... porque não há bilhetes!

Notas do dia:
Dois dias seguidos com Ederson a ser o protagonista e a ter direito a manchete de capa, só prova que no panfleto do queimada já não há imaginação... nem para a falta de vergonha na cara!

A argumentação do actual treinador do Vitória anti-jogo F.C., para tentar justificar o vergonhoso comportamento da sua equipa no jogo frente ao F.C.Porto, é surreal. Couceiro não passa de um moralista de pacotilha.
Já o presidente dos sadinos, Fernando Oliveira, que disse que o F.C.Porto devia estar calado, tem toda a razão, devia sim senhor, principalmente que do outro lado do telefone está o líder setubalense a pedir jogadores emprestados.

A desfaçatez e a falta de vergonha do Benfica, um clube que não tem moral para nada


Como disse e repeti N vezes, aquilo do Benfica/clube do regime, bonzinho, generoso, muito desprendido e cheio de espírito desportivo, era só fachada, fruto das circunstâncias, a vida corria-lhes bem, o tetra era facto consumado, o Marquês estava reservado, até já tinham tirado a medida para as faixas. Também disse N vezes que ninguém tivesse ilusões, se a coisa apertasse, veríamos a verdadeira face do Benfica/clube do regime, feio, sujo, rasteiro, mau. E esse Benfica/clube do regime aí está em todo o seu esplendor. Não é preciso ser adivinho para saber se, como todos esperamos e desejamos, o título vier para a Antiga, Mui Nobre, Sempre Leal e Invicta Cidade do Porto, nunca será por mérito dos profissionais do F.C.Porto, do apoio dos seus generosos e sempre presentes adeptos, incompetência do Benfica/clube do regime. Não, será e está mais que visto, porque dois adeptos do F.C.Porto - deviam levar a marca na testa...- foram pressionar os árbitros à Maia.(*) Mas não fico satisfeito por ver a minha razão reconhecida, não, qualquer um que esteja a tento ao futebol português e tenha um pouco de memória, tiraria as mesmas conclusões, não se deixaria iludir com aquela conversa para enganar tolos.

Com Vieira calado, já tinha emergido um vice-presidente, Almeida Lima, mas como a cassete é sempre a mesma, Lima apitou, apitou, mandou umas bocas acerca do faroeste - resquícios do passado a ver muitos jogos e filmes de cowboys, a preto e branco -, mas não disse nada de diferente, tal como acontece com Vieira, foi apenas mais um leitor. Ontem, para justificar a falta à Gala Quinas de Ouro da FPF, o Benfica/clube do regime, julgando-se o dono disto tudo, fez um comunicado, comunicado esse que nos remete para outro, em 2010, para aquele miserável comunicado contra tudo e contra todos - ministros, secretários de estado, Olivedesportos, Conselho de Arbitragem, Liga, com ameaça de não participar na Taça da Liga, FPF....- e que terminava com o apelo para que os seus adeptos boicotassem os jogos fora da Luz, um apelo patético e criminoso, porque anti-futebol.
Ver o Benfica/clube do regime, sempre protegido por os poderes, desportivos e não só, com a ajuda da propaganda interna e externa, neste caso, leia-se, prostituição jornalística, fazer o papel de vítima, de coitadinho, é surreal, patético, o cúmulo da desfaçatez e da pouca vergonha.
É preciso dizer com veemência, alto e em bom som, que o Benfica/clube do regime, não tem moral para nada, nem para atacar ninguém. Os telhados de vidro do Benfica/clube do regime, são muito mais frágeis que os do F.C.Porto, não resistem a uma simples casca de tremoço.

Quem ganhou campeonatos que ficaram conhecidos como o campeonato dos túneis; quem ganhou um campeonato com o maior escândalo dos últimos 30 anos, o conhecido Estorilgate; quem ganhou campeonatos graças ao colinho vergonhoso e aos vouchers, devia estar calado.

Quem tem adeptos que foram julgados e condenados, um porque matou um adepto rival, outro porque invadiu o campo para agredir um árbitro assistente, outros porque ameaçaram árbitros e suas famílias, devia estar calado.

Quem tem adeptos que incendeiam autocarros de uma claque adversária ou invadem um autocarro de um clube rival e agridem barbaramente jogadores, mandando para o hospital e em perigo de vida um deles, devia estar calado.

Quem vê um seu dirigente, com gabinete na Porta 18 do estádio da Luz, ser apanhado com droga num carro do Benfica/clube do regime, devia estar calado.

Quem tem ao seu serviço - sim, são conhecidos os briefings com a comunicação oficial do Benfica/clube do regime - agitadores, pirómanos e incendiários como Pedro Guerra, Rui Gomes da Silva, Hugo Gil ou André Ventura, devia estar calado.

Quem tem um canal de televisão onde sistematicamente se insulta, achincalha e provoca uma Instituição Centenária como é o F.C.Porto, se fazem apelos às armas contra adeptos portistas e se deseja a morte de Jorge Nuno Pinto da Costa, presidente dos Dragões, devia estar calado.
No Porto Canal, canal de televisão gerido pelo F.C.Porto, mesmo nos espaços de conteúdo exclusivamente F.C.Porto, nunca e em momento algum, o Benfica/clube do regime, foi insultado ou achincalhado, idem para qualquer dos seus responsáveis ou profissionais. E quando Francisco J. Marques, director de comunicação do F.C.Porto aborda no Universo Porto - da Bancada, alguns assuntos, como, por exemplo, o caso dos cartões a Pizzi, não especula, não mente, apresenta sempre imagens que suportam a sua argumentação. Uma postura contrária à do Benfica/clube do regime, onde os assuntos no que diz respeito ao F.C.Porto, são apresentados de uma forma distorcida, extrapolada, fora de contexto, para além, como referi anteriormente, acompanhados por insultos, graçolas foleiras e de péssimo gosto.

Mas tudo isto tem um propósito e sabemos bem qual é: mesmo com o empate do F.C.Porto frente ao Vitória F.C., o buraquinho dos benfiquistas continua apertado e é preciso agitar, pressionar, condicionar, começar a preparar o clima para o jogo do dia 1 de Abril. O resto é conversa para boi dormir, como dizem os nossos amigos do outro lado do Atlântico.

(*) Bernardino Barros na TVI 24 de domingo passado, denunciou um caso muito mais grave que a ida à Maia dos dois pretensos adeptos do F.C.Porto. Compare-se a forma como a prostituição jornalística tratou dos dois casos...
Os nossos meios são incomparavelmente menores, mas mesmo assim as coisas já são diferentes, já vamos fazendo alguma mossa. Por isso, desenganem-se se pensam que nos vão calar. Não vão!

Nota final:
- Meu caro Zé Manel, nesta altura deves estar intrigado, a interrogar-te, então eu sou jogador do F.C.Porto, emprestado ao Vitória F.C., até marquei o golo que derrotou o Benfica/clube do regime e não tive nem um décimo do protagonismo que está a ter o João Carvalho, ele que apenas marcou o golo do empate no Dragão?
Deixa lá, não te preocupes, neste país é assim, há demasiados homitos, macacos e macaquitos e poucos homens. Queres um bom exemplo? A capa do panfleto da queimada de hoje. Aquilo é tão foleiro, tão rafeiro, tão miserável que só pode vir da cabeça de um macaquito.

Não sacudo a água do nosso capote, mas o anti-jogo agora já merece elogios?


Como digo sempre, nem oito nem oitenta. Se nunca estive eufórico, mesmo após o empate do clube do regime na Mata Real, agora não estou prostrado. É verdade que fiquei combalido, ainda não digeri totalmente, mas é preciso digerir, hoje já estou quase bem, amanhã estarei melhor.
É fundamental não deitar a perder tudo o que de bom foi conseguido, o balão não pode começar a esvaziar, é preciso manter esta onda, chama e entusiasmo, não perder a crença, alma, atitude e carácter que nos trouxe até aqui, acreditar convictamente que vamos à Luz ganhar, ser felizes em Maio, fazer uma festa como nunca se viu na Avenida dos Aliados.

A questão de saber quem tem ou não, estofo de campeão vai colocar-se com mais propriedade no jogo do dia dos enganos. Aí, no confronto directo, veremos quem lida melhor com a pressão - o empate em Paços de Ferreira mostrou um Benfica com dificuldades nessa matéria, o F.C.Porto também falhou muito na noite de ontem. Veremos quem sairá do jogo da Luz mais bem colocado para cumprir objectivos. Recorde-se que os Dragões já estiveram mortos para este campeonato, renasceram, estão na luta, apesar do inesperado contratempo, continuam a depender apenas de si para chegar ao título. Os outros, recorde-se, em Dezembro só lhes faltava colocar as faixas, porque o Marquês já estava reservado.

Entretanto, algumas perguntas que acho pertinentes e que não são apenas prognósticos no final do jogo - nem preciso de citar testemunhos acerca da minha reacção quando soube a equipa inicial -, são questões que entendo importantes, objectivas e construtivas. Para que este passo atrás signifique dois à frente no futuro próximo, isto é, a 1 de Abril.
Para quê mudar, quando a equipa tinha estabilizado com três médios, estava mais compacta, organizada, equilibrada, LIGADA, tinha conseguido uma série bonita de vitórias, aos triunfos, juntado boas exibições? Era preciso dar ritmo a Corona? OK, entrava na segunda-parte. Tinha de entrar de início? OK, Layún no lugar do castigado Maxi, outro médio no lugar de André André, Corona no ataque, André Silva no banco, como no Bessa. Podíamos ter ganho com este sistema e os dois médios? Claro que podíamos, tivemos ocasiões para isso, mas foi notório que a equipa perdeu consistência, muitas das virtudes anteriormente referidas. Ainda podia juntar que depois de um jogo muito exigente a meio da semana, do desgaste que desde cedo se notou em Danilo, ter apenas dois médios, é piorar a situação. Mais, com Corona sem ritmo e Brahimi cansado, para quê um sistema que os obrigava a maior desgaste?
Depois do jogo com o Benfica, ontem foi mais um penalty desperdiçado na hora H. Que o que aconteceu depois desse jogo não se repita agora, a equipa não abale, o momento Rui Pedro aos 90+5, frente ao S.C.Braga, aconteça já na Luz.
A próxima é a jornada das jornadas, aquela em que se vai ver quem é quem. Recuperar bem física e animicamente, entrar na Luz sem medo e para ganhar, é o que todos esperamos. Não mudo uma vírgula a isto que disse num dos posts anteriores, após a eliminação da Champions:
"Pode parecer um paradoxo, mas apesar da derrota e da eliminação, fiquei ainda mais animado e confiante para o que resta da época."

Depois de olhar para dentro, olhemos para fora. Que tínhamos de ganhar, até contra o árbitro, tínhamos. Mas se os lances sobre André Silva, porque são na molhada, ainda admito que Manuel Oliveira não visse, mas a forma como o guarda-redes dos setubalenses abalroou Brahimi, é um penalty descarado, porque não foi assinalado? Curioso, este árbitro que nunca se engana a nosso favor, é conotado pelos benfiquistas, alguns com responsabilidades na arbitragem, como pró-F.C.Porto.

Já levo mais de meio Século a ver futebol, nunca tinha visto uma pouca vergonha como a que a equipa de José Couceiro protagonizou na noite de ontem. Aquilo foi anti-futebol, uma crime contra o desporto-rei, pior, vinha do balneário, foi trabalhado, fazia parte da táctica e da estratégia. Como disse ontem, se fosse treinador de uma equipa com aquele comportamento... pelo menos, pedia desculpas ao público. Não devia valer tudo e ontem para Couceiro, jogadores e médicos, valeu. A esta gente eu não emprestava nem mais um jogador.

Os vendilhões da queimada:
Os primeiro vendilhão chama-se Vítor Serpa.
Habituado às facilidades que o Belenenses deu ao Benfica na penúltima jornada e ao ver o Paços lutar e criar problemas aos da Luz, Serpa não disfarçou a azia e o incómodo e não se coibiu de afirmar que a equipa da Capital do Móvel parecia estar a jogar a vida frente ao clube do regime.
O Paços estava a jogar a vida, o Vitória o que estava a jogar? O abono de família, não era Serpa?

Outro vendilhão, melhor, o vendilhão dos vendilhões é o freteiro com calo no cu como o macaco, Delgado.
No Marítimo 2 - Benfica 1, ataque ao anti-jogo, à falta de fair-play. Hoje, nem uma palavra sobre o vergonhoso comportamento dos sadinos, grandes elogios ao treinador do Vitória de Setúbal.
Os dois devem achar natural um guarda-redes começar a queimar tempo no 1º minuto, cair e ficar a contorcer-se mesmo sem ninguém lhe tocar ou a equipa médica entrar três vezes em campo enquanto o resultado esteve zero a zero; não entrar nenhuma durante a vantagem do F.C.Porto; para depois, a partir do momento que o Vitória empatou, entrar mais quatro vezes. Devem ter achado muito bem que jogadores saídos de maca, completamente mortos, mal chegavam à lateral começassem a correr feito desalmados. Mas se estes e outros vendilhões do templo que andam por aí, estão muito preocupados com o facto do futebol português perder representatividade nas provas da UEFA e apontam vários problemas, porque não aproveitaram e carregaram sobre o vergonhoso anti-jogo dos setubalenses, condenaram o comportamento da equipa de Couceiro? Seria pedir muito, sobre isso, nada, zero, bola, nicles, deu um jeitaço ao Benfica e isso sobrepõe-se a tudo o resto.

O terceiro vendilhão chama-se Duarte Gomes, o novo comentador de arbitragem do panfleto da queimada. Que Duarte Gomes é benfiquista e conseguiu ver durante a sua carreira de árbitro, coisas do arco da velha que favoreceram o clube do regime, já sabíamos, mas é preciso ter uma grande lata para dizer que Brahimi obstruiu Bruno Varela, não há penalty no lance sobre o argelino do F.C.Porto ao minuto 50. Como se pode ver no vídeo, a bola está muito longe quando o guarda-redes vitoriano derruba o Brahimi. Era penalty, um penalty claro que só não viu quem e no caso, a partir da televisão, é cego ou está a fazer o frete ao clube do regime.

PS - Um jogo que não correu bem, as expectativas saíram defraudadas e a caixa de comentários dispara. Estranho portismo este. Alguns passam semanas sem aparecer, só aparecem nestas alturas para bater, pior, agoirar. Ainda nem jogamos na Luz e já desistiram.

F.C.Porto 1 - Vitória F.C. 1. Decepção, desilusão e azia, muita azia


Se antes do empate do Benfica na Mata Real, já era importante ganhar, depois do empate que o clube do regime cedeu frente ao Paços, a importância aumentou. A décima vitória consecutiva dava a liderança por direito próprio e dava também a possibilidade ao F.C.Porto de chegar à Luz com menos pressão, passava para o outro lado a obrigação de ganhar. Ora, esta equipa de Rui Vitória, frente a adversários com alguma qualidade, obrigada a correr riscos, expõe-se, tem dificuldades, dá-se mal, quando se dá bem, é quase tudo graças à sorte.

Portanto, o F.C.Porto não podia falhar, mas falhou, veremos as sequelas e as consequências deste empate comprometedor no jogo do dia dos enganos. E porque empatou o F.C.Porto? Empatou por culpas próprias, lá chegaremos, mas também porque aquilo que se assistiu esta noite num Dragão quase esgotado - 49.417 espectadores -, não é futebol, é a antítese do que é o futebol. Que uma equipa mais fraca não jogue o jogo pelo jogo, tenha cautelas defensivas, procure defender com muitos, jogar no erro, explorar o contra-ataque, nada contra, faz parte. Mas que uma equipa tenha e desde o minuto inicial, como estratégia e como táctica, atirar-se sistematicamente para o chão, interromper constantemente o jogo, para com isso enervar, perturbar, cortar o ritmo do mais forte, é criminoso, só não é veementemente condenado por todos, porque, obviamente, este empate deixa a maioria do país e dos prostitutos ao seu serviço, todos contentinhos da silva. O árbitro deu os descontos necessários, mas nem que desse mais tempo, nunca penalizaria o miserável comportamento da equipa de José Couceiro - este, sempre pronto a arvorar-se em moralista, preocupado com as condições para um futebol português melhor, devia ter um pingo de pudor, depois do vergonhoso comportamento da sua equipa no jogo desta noite. Talvez o abono de família aumente, mas o crédito de Couceiro, esse não fica pelas ruas da amargura pelas razões apontadas, mas que devia, devia. Eu tinha vergonha de ser treinador de uma equipa que utiliza estes argumentos para criar problemas ao adversário.

Mas se sobre o comportamento do Vitória F.C. estamos conversados, também há culpas do F.C.Porto pelo empate no jogo desta noite. Faltou à equipa de Nuno Espírito Santo, naturalmente, frescura, consequência do jogo frente à Juventus - jogar mais de 45 minutos com menos um, não mata, mas mói e de que maneira. 
Faltou eficácia, não foram muitas, mas foram quatro ou cinco oportunidades claras que os azuis e brancos falharam, umas por falta de uma pontinha de sorte - duas bolas nos ferros -, outras porque faltou capacidade e melhor abordagem dos lances, na altura de meter a bola lá dentro.
Faltou fluidez, circular bem e depressa, dinâmica e, acima de tudo, faltou meio-campo. Ora, é dos livros, que o meio-campo é um sector nevrálgico, um meio-campo equilibrado, rápido a pensar, executar e a servir os avançados, é fundamental no rendimento de uma equipa. E jogar com apenas dois médios, contra muitos do Vitória e para mais com Danilo muito desgastado, Óliver nem tanto, mas abaixo do seu valor, foi um dos grandes problemas que os Dragões enfrentaram, problema que nunca foram capazes de resolver.
Compreendo a entrada de Corona, precisa de jogar para ganhar ritmo - fez um grande golo -, mas porque não em 4x3x3, como no Bessa - enquanto o mexicano esteve em campo e nesse sistema, o F.C.Porto fez contra o Boavista uma das suas melhores exibições da época? Porque regressou o F.C.Porto a um 4x2x4? Hoje, com os laterais bloqueados ficou um espaço por preencher no meio, o jogo interior nunca existiu, já que Danilo e Óliver muito próximos um do outro e muito recuados, raramente apareciam junto à área sadina para criar, a assistir, rematar, os dois avançados que jogaram pelo meio, apenas uma ou outra vez recebiam a bola em boas condições. E nem com as substituições fomos capazes de resolver. Jota entrou para fazer as funções de Corona; Otávio que substituiu Layún, em vez de simplificar, complicou; Depoitre só entrou a 2 minutos do fim para o lugar de André Silva. Assim, sem frescura fisíca - Brahimi e Soares também acusaram o esforço do jogo de Turim -, sem discernimento, apenas com o coração, apesar do forte e constante apoio do público, o F.C.Porto não fez o golo que lhe daria a vitória que seria mais justa. Na noite de hoje venceu o anti-futebol.

Nota final:
Agora há a pausa para as selecções, o campeonato regressa com o clássico frente ao Benfica. É preciso reflectir sobre o que correu mal - para mim, é claro, em 4x2x4, não dá! -, limpar as cabeças, sarar as azias, acreditar que apesar desta decepção e da desilusão que nos consome neste momento, estamos na mesma situação que estávamos antes desta jornada. Ganhar hoje não faria do F.C.Porto campeão, não ganhar não acaba com a possibilidade de em Maio a festa ser na Avenida dos Aliados.

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