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"O rei vai nu", por Felisberto Costa


Sejamos sinceros; a goleada sofrida com o Liverpool doeu e de que maneira! Por muito carinho, apreço e suporte que demos, damos e vamos continuar a dar a esta equipa do FC PORTO, convém descascar esta maçã podre.
Não foi só o FC PORTO que foi goleado, sendo o factor casa ou fora, um pormenor aleatório. Os rivais também o foram e contra equipas que em nada tem o estatuto do Liverpoool. Na emoção/falta de razão do adepto comum, na qual me incluo, as goleadas que os nosso rivais sofrem são balsamo para as nossas dores. O pior é que o contrário também sucede…
Como vivemos desde que me conheço, num futebol de clima crispado, onde tem que haver um mais melhor bom, que se congratula estúpidamente como tendo 6 milhões de adeptos e outro que proclama ter 3,5, como pode o futebol português ser saudável? Como pode evoluir se a quase unanimidade do país só quer 2 clubes, o 3ª considerado grande não tem gente para encher o Dragão - devem ser as paletes de chineses que falava o Futre? Como querem que não haja elefantes brancos em estádios como Leiria, Aveiro e Algarve, vazios, a degradarem-se, safando-se apenas pelos jogos que a selecção/Continente lá faz, porque em certos sítios de Portugal quem for do clube da terra e não do vermelho sangue, é esquisito e não percebe nada de futebol? Como pode o futebol português evoluir, se há um clube que exige ser tratado como um estado dentro doutro estado, e transmite os seus jogos no seu próprio canal, sendo pago regiamente por uma operadora que ignora que do outro lado do campo também está uma equipa que os vai defrontar? E nesse aspecto isso é válido para os 3 grandes. Como pode o futebol português evoluir se o bolo é repartido por uns e as migalhas disputadas por tantos? E que esse bolo é mesmo assim, ridiculamente pobre á beira dos outros bolos europeus? Como pode o futebol português evoluir se o tempo útil de jogo em média não ultrapassa os 40 minutos? Como pode o futebol português evoluir se aquilo que veio para ajudar, o dito VAR, mais não é que uma forma de gozar, sim friso e sublinho a palavra gozar, com quem vê futebol há mais de meio século? Como pode o futebol português bater-se de igual para igual quando os Coentrões deste mundo, provocam, gozam e achincalham colegas profissionais, árbitros e público, para depois se fazerem de vitimas? Como pode o futebol português ir para a frente se há um presidente que exige que os seus consócios digam que ele é o Rei-Sol em pessoa? E isto é só a rama! Há tantos e tantos outros factores, que tornariam esta crónica num autêntico julgamento a quem manda no futebol cá do sitio! Como pode o futebol português evoluir se há uma (des)comunicação social que branqueia um ou dois clubes e faz chacota ou quando não faz, ignora, os outros? Desde quando clubes como um Braga, Boavista, Portimonense, Rio Ave foram capas de jornais desportivos? Os supra sumos do marketing tem a ideia peregrina que o que vende não é a credibilidade do jornal, mas sim o populismo da capa?
Mas e abreviando o que está bem á vista de todos - quer dizer, quase todos, já que as peças dirigentes do futebol continuam em desfilar numa feira de vaidades egocêntricas, e sem nenhuma vontade ou força ou carácter de mudar o que está mal - há um outro lado que se todos analisarem bem, também contribui para o definhar do nosso futebol: a hegemonia avermelhada!
Se repararem bem, quando é o clube do regime que detém o poder, todos os outros clubes murcham, desaparecem de cena, fazem figuras tristes! O clube encarnado é uma espécie de eucalipto que seca o futebol português, e em vez de se melhorar o ambiente, ainda tem o beneplácito das altas figuras, figurinhas e figurões deste país! Está tudo a arder? Porreiro, bota mais achas nessa fogueira!
Quando o FC PORTO teve a fama de ser hegemónico durante 30 anos - o que uma falácia grave, distorcida e centralizada pelos panfletos e pantalhas da capital do império - houve conjunturalmente uma subida de qualidade no nosso futebol! Para além dos titulos internacionais que obtivemos, tivemos também equipas a fazer honrar e dignificar o nosso futebol, começando até pelo próprio rival que foi finalista da Taça milionária por 2 vezes, um Sporting que chegou a uma final europeia na sua própria casa, uma semi-final e uma final europeia entre clubes portugueses, um ranking de 3 ou 4 equipas na Champions e vários outros com prestações dignas e recomendáveis nas outras competições uefeiras! Se isto era resultado da fruta, bendita banana que penetrou em muitos clubes! Agora é tudo mais fino, é jantares a 200 euros para a plebe não arrotar muito!
Creio bem que o dinheiro, que não faz a felicidade, mas ajuda a fazê-la, mostra porque é que os mais ricos estão lá sempre no topo a disputar os quartos e meias-finais da Champions, mas caramba, se não vou ao Algarve de Maserati, vou de Fiat Punto e chego lá também!
Só que, enquanto a imbecilidade, o tráfico de influências, a ridícula noção de ser o maior do Mundo e arredores, enfim a tradicional e tacanha mentalidade portuguesa de que em terra de cegos quem tem um olho é rei, vamos ser os invisuais desta Europa que não se importa minimamente nada com quem fica para trás. Se na política e com o esforço incomensurável da maioria de todos nós, não despegamos, porque raio no futebol que até temos jeito para isso e até temos o melhor do Mundo, andamos a penar numa espécie de 2ª divisão?
Tem a palavra quem a deveria ter, mas infelizmente e pelos vistos, agora fala-se pouco. É mais por… e-mails!
Por tudo isto é lógico que não me senti humilhado por ter levado cincazero do Liverpool. Triste sim, e humilhação só se for por saber que tudo vai continuar na mesma, com os guarda-redes a prostrarem-se no chão, com cãibras, os jogos a terem 35 a 40 minutos de tempo útil, os árbitros a serem cada vez mais humanos que qualquer dia se tornam extra-terrestres, tamanhos são os erros da sua incompetência e honestidade, por ver gente a assassinar este nosso futebol, apanhados em flagrante de faca na mão, mas quem tem a fama é um certo clube que equipa de azul-e-branco. Isto sim, humilha-me e de que maneira…
De qualquer modo, espero por vós nos Aliados!

Nota:
Tinha um post para publicar e que era muito dentro disto que o Felisberto me enviou. Como no tasco os convidados são sempre bem tratados... apenas reforço com o que já tinha dito há tempos aqui.
Porque demoram tanto a parar o tumor?


F.C.Porto - Rio Ave. Não preciso de recitais para limpar a face, bastam-me os 3 pontos.

Mesmo que tudo tivesse corrido muito bem na quarta-feira e correu tudo muito mal, hoje diria o mesmo: temos de ganhar ao Rio Ave. Por uma razão muito simples: o campeonato é o grande objectivo da época, temos dado provas semanais que podemos conseguir esse desiderato, fazer regressar o título ao Dragão, voltar a encher os Aliados.
Por isso, amanhã não espero uma equipa à procura de dar um grande recital e preocupada em limpar a má imagem deixada frente ao Liverpool e por isso, uma equipa cheia de pressa e sôfrega. Não, porque a pressa é má conselheira e a sofreguidão tira discernimento. Apenas espero um Porto positivo e capaz de ganhar.
No futuro, se como espero o F.C.Porto for campeão, o que primeiro recordarei, não será de certeza a noite negra da Champions, será a conquista do título após quatro anos de seca e depois de ninguém apostar nada neste Porto no início da temporada 2017/2018. Até porque quem nunca foi goleado que atire a primeira pedra...

A minha equipa:
José Sá, Maxi, Felipe, Marcano e Alex Telles, Herrera e Sérgio Oliveira, Corona, Marega, Soares e Brahimi.

Coitados daqueles que caindo, mesmo com estrondo, ficam prostrados, não são capazes de reagir.


Notas de abertura:
Bocas de benfiquistas e sportinguistas, faz parte do folclore, quando lhes toca a eles e ainda esta época tocou e de que maneira, também fazemos o mesmo. Agora que haja portistas que só reagem para zurzir em tudo e todos, quando as coisas correm mal, aí já é outra coisa, não aceito. Ponto!

A discussão José Sá versus Iker Casillas já foi feita na altura em que o treinador tomou a decisão de trocar o guarda-redes espanhol pelo português. Dizer agora que ontem devia ter jogado o Iker em vez do José, depois deste último ter estado muito bem nos jogos frente a Braga, Sporting e Chaves, é fazer prognósticos após os jogos e eu isso nunca faço.
Iker daqui a 3 meses está fora do F.C.Porto, José Sá é o futuro. Ponto!

Dito o que era preciso, vamos ao que interessa.
Um portista que num espaço de 8 anos - entre 2003 e 2011 - viu o seu clube vencer quatro troféus internacionais, incluindo esse feito extraordinário que foi a conquista da Champions em 2004, é natural que ontem tenha saído do Dragão, triste e amargurado perante a constatação de uma realidade que é muito dura e  custa muito a aceitar. Mas é bom que sejamos pragmáticos e objectivos. Primeiro, porque esta décalage vai ter tendência a aumentar - quando o Liverpool gasta 70 milhões na contratação de um defesa-central ou quando o último classificado da Premier League recebe mais por ano, só de direitos televisivos, que o orçamento do F.C.Porto, está tudo dito. Segundo e ainda sobre o jogo. Repito: o Liverpool é muito melhor que o F.C.Porto, em condições normais, isto é, as duas equipas a jogarem o seu melhor, ganha. Em condições anormais, como aconteceu ontem, Porto privado de três jogadores importantes e a cometer erros graves, pior. Como o mais forte tem um ataque fantástico, jogadores que com espaço são letais e que só precisam de meia oportunidade para fazer golo, o jogo pode acabar, como aconteceu ontem, em goleada.
Como conclusão, para mim é claro:
Só temos capacidade para enfrentar estas equipas e não dar barraca, se fizermos uma exibição perfeita.
Para além de tudo o que já referi, ainda existe outro problema que prejudica as equipas portuguesas que participam nas provas europeias. O nosso futebol é um futebol de faltas e faltinhas, verdadeiros concertos de apito, jogo quase sempre interrompido. Quando apanhamos uma equipa habituada a outros ritmos e a um futebol de contacto permanente, um árbitro de critério largo e que deixa jogar, também pagamos um preço. O segundo golo do Liverpool é um exemplo paradigmático. Defesa e em particular Alex Telles, à espera de uma falta, o árbitro não assinalou, Salah vem de trás do lateral portista e com o génio que o caracteriza faz golo.

Agora, depois destes lugares comuns, mas que deviam sempre sempre presentes no espírito de quem treina e joga quando defrontamos equipas deste calibre, temos todos duas hipóteses: ficar a lamentar a nossa triste sina, vergados ao peso de um resultado que ninguém estava à espera, ou transformamos a nossa tristeza num sentimento de revolta já no próximo jogo, damos um sinal que não é uma noite, por mais negra que seja, que vai abater este Dragão que não tendo a chama de outrora, em particular na Europa, ainda tem chama suficiente para alcançar os objectivos pretendidos. Coitados daqueles que caindo, mesmo com estrondo, ficam prostrados, não são capazes de reagir.
Vencemos o campeonato com Jesualdo Ferreira, numa época que fomos goleados pelo Arsenal e até ridicularizados.

Notas finais:
Há quem diga que tivemos demasiado respeito, até medo do poderio do Liverpool. Até ao primeiro golo dos ingleses não vi medo nenhum. Depois do segundo que, recorde-se, veio passados apenas 4 minutos, é natural que a força anímica não fosse muita, a reacção fosse tímida. E quando o adversário em cada ataque fez golo, não há alma nem crença que resista, então é que fica complicado, quem está lá dentro só se pede que o jogo acabe depressa.

No chiqueiro da queimada tem uma sondagem com esta pergunta:
«O resultado do F.C.Porto é uma humilhação para o futebol português?»
Se eu tivesse algum poder no F.C.Porto, podem ter a certeza que ia querer saber se quando o Benfica levou cinco em Basileia, tinham feito a mesma sondagem e colocado a mesma perfgunta. E se a resposta fosse não, eles iam penar. Ai se iam... Como não tenho poder nenhum, pergunto: até quando vamos permitir, sem raegir, estas provocações?

F.C.Porto 0 - Liverpool F.C. 5. É duro, mas eles são muito melhores


Como tinha dito na antevisão, o F.C.Porto tinha pela frente uma equipa fortíssima no seu conjunto, mas com um ataque fantástico, capaz de numa noite de inspiração fazer coisas do arco da velha. Disse também que um bom Porto não chegava, era preciso um super-Porto com tudo e todos a funcionar em pleno, que só assim poderíamos conseguir um resultado positivo, deixar a eliminatória em aberto. Mas como hoje não só não houve um super-Porto, como nem sequer um bom Porto, foi claramente um Porto abaixo das suas possibilidades, as consequências estão aí: foi a pior derrota do F.C.Porto, em casa, da história.

Agora é olhar para a frente, esperar que esta goleada não deixe marcas, já contra o Rio Ave, numa realidade bem diferente, a equipa de Sérgio Conceição consiga ultrapassar qualquer trauma que este jogo possa ter deixado e volte às vitórias. O campeonato é o grande objectivo da época, queremos muito ser campeões e portanto não podemos ficar prostrados, ficar a lamentar esta noite de pesadelo. Não, temos de reagir, ser capazes de nos erguer rapidamente. Essa tem que continuar a ser a nossa marca, porque só assim podemos conseguir aquilo que perseguimos e desejamos muito: trazer o título de volta ao Dragão.
Como acredito nas capacidades do treinador, porque é a Sérgio Conceição que se deve em primeiro lugar este entusiasmo em volta do futebol portista, não é esta noite de grande tristeza que me retira a confiança. E se uma derrota destas nunca pode trazer nada de positivo, pelo menos tem a vantagem de filtrar a fazer sair da toca alguns ratitos que há muito desejavam uma noite assim. E não me refiro apenas aos nossos inimigos...

Numa noite de Inverno, mais um obstáculo que era preciso ultrapassar, Sérgio Conceição para essa tarefa hercúlea, escalou de início, José Sá, Ricardo, Reyes, Marcano e Alex Telles, Herrera, Sérgio Oliveira e Otávio, Marega, Soares e Brahimi e os Dragões foram à luta e o jogo começou com o F.C.Porto a fazer o que se esperava: equipa organizada, compacta, procurando não dar espaços, com bola saídas rápidas para o ataque. Foram até os portistas os primeiros a criar perigo, aos 10 minutos, Otávio esteve perto do golo. Continuou assim, quando praticamente do nada e num duplo erro de José Sá - primeiro a repor a bola, depois deixando entrar uma bola fácil -, o Liverpool adiantou-se. Não foi justo, mas na Champions e frente a estas equipas, erras és penalizado, voltas a errar, voltas a ser. E assim, sem ter feito nada de relevante, nem estar a exibir-se a alto nível, a equipa de Klopp chegou a uma vantagem de dois golos. Tentaram reagir os azuis e brancos, mas os ingleses não permitiram grandes veleidades, apenas por uma vez e por Soares, o F.C.Porto esteve muito perto do golo. O intervalo chegou com os reds com uma vantagem confortável, mas injusta. Sendo melhor, o Liverpool não foi tão melhor que justificasse essa vantagem..

A perder por 2-0, o treinador do F.C.Porto deixou Otávio nas cabines, fez entrar Corona e a segunda-parte começou com os Dragões a tentarem reentrar no jogo. E é verdade que parecia que iam conseguir. Mas uma perda de bola no ataque, deu lugar a um rápido contra-ataque do Liverpool e golo. Com uma vantagem de três golos e praticamente tudo decidido, o restante tempo até ao fim foi  muito parecido. Porto a tentar, Liverpool a marcar, sempre através dos suspeitos do costume e em rápidas saídas para o ataque e aproveitando todas as oportunidades, numa eficácia que tem tudo a ver com a qualidade e o talento de três avançados, craques do melhor que há no futebol mundial. Firmino fez o quarto e novamente Mané fez o quinto, ele que tinha feito o primeiro e o terceiro, Salah tinha marcado o segundo.
E não há mais nada a dizer, quando tudo funciona mal, não vale a pena estar aqui a bater no ceguinho.

Uma última palavra para o público: teve um comportamento exemplar, mesmo em circunstâncias  muito difíceis.


F.C.Porto - Liverpool F.C.. Não chega um bom Porto, é preciso um super-Porto


No regresso da Champions League, prova que nos actuais moldes - bem mais difíceis que no tempo da chamada Taça dos Campeões Europeus -, o F.C.Porto conquistou em 2004, naquele que foi o maior feito da história do desporto português - no que diz respeito a clubes e a desportos colectivos -, mas que pelos vistos passou ao lado de alguns, o F.C.Porto defronta o histórico Liverpool F.C.. A equipa inglesa é um adversário que os Dragões já defrontaram quatro vezes, mas que nunca venceram. Quem sabe se amanhã não será a primeira vez?

Ninguém ficará surpreendido e dirá que estou a exagerar, se disser que o F.C.Porto vai ter no Liverpool o adversário mais forte e o jogo mais difícil da época, até ao momento. Não sendo uma equipa perfeita, isso não existe no futebol, os reds são um conjunto recheado de grandes talentos, nos processos ofensivos são uma das melhores equipas do mundo, estão ao nível de um Real, Barça, PSG, Mancheter City ou Bayern. Mané, Firmino e Salah, formam um tridente atacante de superior qualidade, juntam a uma capacidade técnica elevadíssima, uma velocidade de pensar e executar que numa noite de inspiração pode causar danos às mais fortes e coriáceas defesas.  Se a estes craques, juntarmos um trio de médios de excelente nível, está quase tudo dito sobre a enorme montanha que a equipa de Sérgio Conceição vai ter de escalar. Escalará melhor se for uma equipa rigorosa, concentrada, compacta e organizada, coesa e solidária a defender, rápida a sair para o (contra-)ataque, de forma a ser capaz de aproveitar algumas deficiências nos processos defensivos que a equipa de Klopp tem.
Ninguém tem dúvidas que para contrariar o favoritismo e o poderio inglês, causar surpresa, deixar tudo em aberto para a segunda-mão, não chega um bom Porto, é preciso um super-Porto. Como é fundamental que todos os Dragões que forem chamados ao jogo estejam a um nível altíssimo.

A minha equipa:
José Sá, Ricardo, Reyes, Marcano e Alex Telles, Herrera, Sérgio Oliveira e Otávio, Marega, Soiares e Brahimi.


Notas finais:
Entre muitas outras manigâncias, um juiz que esteve num processo cível que envolvia o Benfica, aparece a pedir patrocínios para um filme e não só ninguém se choca, como aparece Fernando Guerra, esse vómito, esse reco-reco fora do prazo de validade, a dizer que são tudo histórias mal contadas, não bate a bota com a perdigota. Aposto dobrado contra singelo que este escroque, mesmo que no limite, visse Vieira a roubar, ia dizer que o presidente do Benfica estava a pedir emprestado. Mesmo que o panfleto da queimada se tenha transformado num chiqueiro mal cheiroso, devia haver limites para gente como o reco-reco. Mas não há e lá continua ele com a sua coluna, sempre a dizer este tipo de barbaridades e a lamber o cu a Vieira.

Ainda há quem se surpreenda com as análises de Duarte Gomes ao trabalho dos árbitros, VAR incluído, em jogos do SLB. Eu não! Dudu é como comentador aquilo que foi como árbitro, quando se trata do Benfica: olhos fechados ou muito abertos, conforme os interesses do clube do regime. Portanto, não admira que os fora-de-jogo tirados a Nakajima no último Portimonense - Benfica, com o jogador dois metros em jogo, não tenha sido motivo de análise, já o agarrão pelo pescoço de Rúben Dias a um jogador dos algarvios que quase lhe arrancava a cabeça, tenha sido apenas negligência, talvez um amarelo. Os jogadores que levam com vale tudo a seguir ao nome, os que deviam ser sistematicamente expulsos, esses são só os que equipam normalmente de azul e branco.

O clube dos vouchers, e-mails, jogo duplo, porta 18 e que tem como presidente um "empresário" que deve uns trocos de 400 milhões; e é um clube que funciona como uma espécie de Pai Natal do desporto português, tal a generosidade com que está sempre disponível para oferecer convites - sempre desinteressadamente, como é óbvio -, vai inaugurar uma casa na cidade de Braga. A inauguração vai contar com a presença do grande líder, grande líder que pelos vistos, vai ser recebido na Câmara Municipal, pelo presidente da autarquia, Ricardo Rio. Ora, li algures que essa decisão tem desagradado a alguns adeptos do S.C.Braga, que têm feito sentir esse desagrado nas redes sociais.
Pena que seja apenas uma minoria, a cidade de Braga continua maioritariamente benfiquista, como ainda se viu também na Pedreira quando os dois clubes se defrontaram.
Nesse aspecto têm muito a aprender com os vizinhos de Guimarães.

Petit vai ser o novo treinador do Moreirense.
É caso para dizer, quem é amigo do SLB tem sempre clubes para treinar. Sai de uns, não tarda muito, arranja outros.

Depois disto, Bruno de Carvalho chama sportingada à UEFA e convoca-a para uma sessão de esclarecimento.



Sim, nós podemos!


Quem frequenta o tasco deve lembrar-se bem de qual era a minha reacção quando se analisava a qualidade dos plantéis do F.C.Porto. Resumidamente, não tenho a certeza se o defeito é do cu ou das calças, leia-se, da qualidade dos jogadores ou do trabalho dos treinadores. Dizia também que quando o trabalho é bem feito, fica tudo mais fácil, sai um e entra outro, quase nem se nota a diferença. É o que se está a passar no actual F.C.Porto de Sérgio Conceição. Liderar o campeonato decorridas 22 jornadas, com 2 pontos de avanço e ainda com 45 minutos para reverter um resultado negativo e poder aumentar a vantagem, utilizando frequentemente jogadores como o mal-amado Hector Miguel Herrera ou Moussa Marega que ninguém queria nem pintado; nos últimos jogos recorrendo a Diego Reyes e Sérgio Oliveira, considerados casos perdidos; passando pelos regressados e agora importantíssimos Vincent Aboubakar e Ricardo Pereira; continuando com Otávio e que depois de tanto tempo parado regressa a um nível que permite poupar o fundamental, Brahimi; ou a aposta em José Sá que nos dois últimos jogos teve prestações de grande nível, mostrou ser guarda-redes de equipa grande; sem esquecer a forma como foi gerido o bicudo caso Tiquinho Soares, que alguns queriam ver despachado - percebe-se porquê; diz muito sobre a qualidade do trabalho que o treinador do F.C.Porto está a realizar. Apesar do futebol português ter os alçapões que estão bem à vista e o caminho para os Dragões estar cheio de obstáculos na prática e não na teoria calimera, cada vez mais se vai instalando a sensação que sim, nós podemos!

Vítor Serpa, conhecido como Pastel de Belém(PB), essa marioneta que o fundamentalismo ao serviço do SLB manipula a seu belo prazer, ao sábado tem uma página de opinião no panfleto da queimada. O título do artigo de sábado passado, foi: "Não tenho dúvidas, ainda vai haver mortos!" A certa altura, diz o PB: "Vivemos uma sociedade cada vez mais ritualizada e agressiva que a cobardia de muitos usuários das redes sociais fomenta e a estupidez de gente que desistiu simplesmente de pensar viabiliza pela passividade mais obtusa." É o cúmulo do cinismo, da hipocrisia, sonso mais sonso, só o Rui Vitória. Basta ir ao site da Bola e ler o que lá dizem tantos e tantos usuários sem nome e que a coberto do anonimato, insultam clubes, dirigentes, técnicos, jogadores, acabam muitas vezes a insultarem-se uns aos outros, para ficar a perceber que a conversa do PB é o tipo de conversa para boi dormir, como dizem os brasileiros. Se, como diz o PB, este é um problema que é preciso combater, se é preciso evitar este clima que um dia até pode acabar em mortes, porque não começa o PB por colocar ordem na sua casa e acaba com essa pouca vergonha no site do panfleto?

No mesmo artigo, PB também diz que os canais de televisão descobriram tardiamente que os clubes de futebol não lhes dão acesso ao direito fundamental à informação livre e que desse evidente e preocupante mal se tem queixado a Bola, mas sem encontrar a solidariedades pretendidas junto das televisões.
- PB, no que diz respeito ao F.C.Porto, a Bola tem muita sorte em as coisas já não serem como eram. Porque se fossem, atendendo às provocações, faltas de respeito, rigor, isenção, equilíbrio, equidistância, ética e seriedade de que vocês dão provas diariamente, há muito que já tinham sido motivo para um tratamento de choque e não são.
Um exemplo recente:
Quando um jornal ao analisar o trabalho de um árbitro, em concreto Artur Soares Dias, no jogo de ontem em Chaves, lhe dá nota negativa, mas dá nota positiva ao mesmo árbitro no jogo entre F.C.Porto e Vitória S.C., esse jornal diz tudo sobre os critérios de análise e sobre o que pretende com essas análises sectárias. Ontem, concluíram, Dragões beneficiados, nota negativa. No outro jogo em referência e onde os Dragões foram bem mais prejudicados que ontem beneficiados, nota positiva. O sinal é tão óbvio e tão claro que não é preciso dizer mais nada.
Os varas e os casanovas desta vida, são uns felizardos. Gozam, provocam, têm dois pesos e duas medidas, analisam sempre contra o F.C.Porto, mas acções, queixas a quem de direito sobre essa forma de analisar e esses critérios zarolhos, por parte do F.C.Porto, vai no Batalha.
Queriam ter mais informação para quê? Para a manipularem sempre no mesmo sentido, a favor do clube do regime e contra quem se atreve a fazer-lhe frente?

Ainda relacionado...
Não vou analisar as peripécias sobre o comportamento do VAR no Sporting - Feirense de ontem, nem bitaitar sobre outros comportamentos da mesma ferramenta em jogos do F.C.Porto, com acções e omissões em nosso prejuízo e não foram apenas as excepções que confirmam a regra. Também não vou referir qual foi o clube que mais elogiou e até foi mais longe, assumiu-se como padrinho do VAR. Não, apenas coloco em causa as proporções que a polémica atinge quando alguns são prejudicados ou quando o F.C.Porto é beneficiado. Mas com comentadores que são apenas prostitutos ao serviço de certos clubes, idem para alguns jornalistas entre aspas, sem esquecer os cartilheiros encartados, não admira que seja assim. Continua a admirar-me isso sim e nunca me cansarei de repetir, a pacatez do F.C.Porto perante tantas e tantas discriminações que é vítima e que causam danos terríveis à sua imagem.


Prova provada que há filhos e enteados, é este comunicado do Conselho de Arbitragem. Até parece que foi este o primeiro lance em que o VAR meteu o pé na argola...

A propósito do discurso do Presidente da Assembleia da República, Eduardo Ferro Rodrigues, ontem no Palácio de Belém, quando da homenagem aos campeões europeus de futsal, discurso onde o F.C.Porto foi totalmente ignorado, deixei na página do Presidente da Assembleia da República este comentário:
«Boa tarde,
Senhor Presidente Ferro Rodrigues, nesse hiato de tempo entre a década de sessenta do Século passado, altura em que Benfica e Sporting conquistaram títulos europeus e os dias de hoje, houve um clube português que conquistou SETE! títulos internacionais em futebol. Duas Champions duas Taças UEFA, duas Taças de Campeão do Mundo e uma Supertaça Europeia. Esse clube chama-se F.C.Porto. O seu esquecimento a esses títulos portistas foi absolutamente lamentável, mas infelizmente, não surpreendente e recorrente neste país, onde tudo se resume a Lisboa.» 

Como se pode ver aqui, o SLB era muito generoso a oferecer convites. No que toca a um dos citados, Luís Loureiro, era na altura um diligente, para o SLB, funcionário do tribunal, mas também, como se pode ver nas fotos em anexo,  observador da Liga.
Tudo sob controlo, era o lema de Luís Porta 18 Filipe IC 19 Vieira.

G.D.Chaves 0 - F.C.Porto 4. Dragões de chama alta, dão sinal de força e recuperam a liderança.


Sabendo que só a vitória lhe permitia manter a liderança isolada, sem três habituais titulares, Marcano, Danilo e Aboubakar e com alguns jogadores desgastados, Brahimi é o exemplo mais notório, Sérgio Conceição que também poupou Ricardo, fez alinhar de início: José Sá, Maxi, Felipe, Reyes e Alex Telles, Herrera e Sérgio Oliveira, Corona, Marega, Soares e Otávio e foi com estes que os Dragões foram à luta pela conquista dos três importantes pontos. Foram e foram muito bem. Fizeram uma excelente exibição - o colectivo potenciou algumas individualidades que até não têm sido das mais utilizadas -, deram um claríssimo sinal de força para a concorrência, golearam um adversário bom e com jogadores de qualidade - Matheus Pereira é um bom exemplo e bem melhor que Rúben Ribeiro -, recuperaram a liderança isolada.

Quando Herrera logo no segundo minuto obrigou o guarda-redes António Filipe a uma excelente defesa, estava dado o mote para o que se seguiria. Dinâmica, ritmo alto, boa circulação, saídas com critério, um Dragão à procura de fazer acontecer, não há espera que aconteça. Soares que antes já tinha ameaçado, aos 14 minutos, assistido por Sérgio Oliveira, adiantou o F.C.Porto, colocou justiça no marcador. Só que o Chaves que nunca foi uma equipa passiva, não acusou o toque, reagiu e uma precipitação de Diego Reyes, lento a soltar, apanhou a equipa descompensada, valeu Maxi a evitar o empate. O mesmo aconteceria pouco tempo depois, aí foi José Sá a evitar o golo do Chaves, com uma enorme defesa. Os portistas sentiram o perigo, perceberam que era preciso voltar exibir-se como nos primeiros 15 minutos, caso contrário corriam riscos de ser surpreendidos. Já mais equilibrados e sem conceder tantos espaços aos contra golpes flavienses, os azuis e brancos chegaram ao segundo,  marcou novamente Tiquinho, após assistência de Maxi e passado pouco tempo o terceiro esteve próximo, quando Marega falhou por pouco.
Até ao intervalo não houve mais golos, mas o jogo estava bem disputado, repartido, F.C.Porto melhor e mais eficaz, Chaves sempre a procurar reagir e lutar para diminuir a desvantagem. Talvez a diferença mínima fosse o resultado mais justo quando as equipas foram para o descanso.

Na segunda-parte, com dois golos de vantagem e o Liverpool no pensamento, o F.C.Porto deixou o Chaves ter bola, mas nunca a equipa de Luís Castro foi tão ameaçadora como em alguns momentos da primeira. E quando Marega, iam decorridos 57 minutos, fez o terceiro, a história do jogo ficou decidida. Com uma vantagem confortável, Sérgio Conceição começou a gerir e a rodar, Waris substituiu o maliano, Óliver entrou para o lugar de Otávio, Ricardo para o de Corona. Apesar da superioridade no marcador, foram os azuis e brancos que estiveram mais próximo do golo. Soares enviou uma bola ao poste, Waris uma à barra, enquanto do lado contrário nunca mais houve uma oportunidade clara para reduzir distâncias.  Numa jogada entre os dois médios portistas, Herrera e Sérgio Oliveira, o segundo fez o quarto golo,fechou a contagem.
Tudo somado, belo Porto, excelente réplica do Chaves, vitória que não sofre contestação do conjunto de Sérgio Conceição - está a fazer uma gestão notável dos recursos que tem ao seu dispor, sem as queixas que se vêem noutros lados, onde a falta de um jogador é apresentada como um grande drama e como desculpa esfarrapada -, embora o Chaves, pelo que fez em particular na primeira-parte, talvez não merecesse perder uma diferença tão grande.

Nota final:
Resolvido e ultrapassado o difícil obstáculo transmontano, concentremo-nos na Champions e no Liverpool, mas tendo sempre presente que o grande objectivo é o campeonato.

G.D.Chaves - F.C.Porto. Para lá do Marão tem de mandar o Dragão


Sem tempo para ter tempo, o F.C.Porto vai a Chaves defrontar o Desportivo local e com o objectivo de contrariar o ditado popular, para lá do Marão mandam os que lá estão. A equipa de Luís Castro, depois de um mau início de campeonato, já entrou no caminho certo, está em 6° lugar e olha apenas para cima, joga bem, vai ser um obstáculo difícil, mas que é importantíssimo ultrapassar. Os transmontanos não são uma equipa defensiva, são uma equipa que gosta de ter bola, praticar bom futebol, atacar, lutar pelos 3 pontos e isso joga a favor do F.C.Porto. Obviamente, desde que os pupilos de Sérgio Conceição não cometam os erros de alguns jogos, isto é, não dêem avanço, não fiquem à espera que aconteça, procurem fazer acontecer desde o início do jogo. Para além disso estejam focados apenas no Chaves - Liverpool só depois das 18 horas -, aproveitem melhor as oportunidades que criam, não haja outros factores a perturbar o normal desenrolar da partida. Chegar ao dia 21, dia do acerto de contas no Estoril, pelo menos com esta vantagem, seria óptimo, ouro sobre o azul num Fevereiro muitíssimo exigente.

A minha equipa:
José Sá, Ricardo, Felipe, Reyes e Alex Telles, Herrera e Sérgio Oliveira, Corona, Marega, Soares e Brahimi.

A propósito do artigo de José Eduardo Simões - clicar na foto da esquerda -, encontrei um amigo que trabalha no Novo Banco, falamos na dívida do Vieira, as esperanças do banco recuperar os 400 kilos são nenhumas. Depois dos milhões do BPN... agora são mais umas centenas para o tecto. Debaixo do chapéu do SLB até eu era um grande empresário, do nada, em poucos anos fazia uma uma grande fortuna, entrava na lista dos cem mais ricos de Portugal.

Ainda vais muito a tempo, Sérgio!


Não vamos recuar no tempo, até ao Sérgio Oliveira grande talento e promessa da formação portista e que se estreou na principal equipa do F.C.Porto com apenas 17 anos, tinha uma cláusula de 30 milhões. Nem do Sérgio que andou emprestado, até saiu definitivamente e que mostrou capacidade para regressar, mas a quem faltava concentração, dinâmica e intensidade para se impor, mesmo que o talento e a qualidade no toque, no passe, no remate de fora estivesse lá. Falemos deste Sérgio Oliveira que jogou muito frente ao S.C.Braga e marcou um golo, deste Sérgio Oliveira que ontem voltou a brilhar a grande altura, fez a assistência para o golo de Soares, teve tudo que um médio de equipa grande tem de ter. E para dizer que se não espero sempre jogos como os dois últimos, espero que, definitivamente, haja um Sérgio Oliveira à altura do talento que tem e do tanto que prometeu.
Ainda vais muito a tempo, Sérgio! E a jogar assim o mundial pode ser uma forte possibilidade.

Ainda sobre o jogo de ontem...
É óbvio que uma equipa que ataca sempre - em nenhum jogo das provas internas houve uma equipa que estivesse por cima, fosse superior ao F.C.Porto a maioria do tempo de jogo, nunca a equipa de Sérgio Conceição se descaracterizou frente a qualquer equipa  -, às vezes expõe-se, desorganiza-se, dá espaço aos contra-ataques adversários. Foi o que aconteceu ontem em alguns momentos do jogo. Ao F.C.Porto faltou alguma clarividência, pensar e executar mais rápido, definir e passar melhor, quando o Sporting, várias vezes por força da pressão portista, perdia a bola, ficava vulnerável às transições.
Simplificar é a solução.

Compreendo a satisfação de JJ nas declarações que fez na sala de imprensa. Foi o jogo em que o Sporting deu mais réplica ao F.C.Porto.

"RTP, SIC, TVI e lixeira da manhã tv, criticam clubes, estão contra as restrição de acesso dos jornalistas às fontes oficiais de informação em instituições desportivas."
Para esta gente uma enorme gargalhada de desprezo. Façam jornalismo sério, equilibrado, com ética e deontologia, sem extrapolar, omitir ou silenciar ao sabor de alguns interesses bem conhecidos. Acabem com programas que são autênticos atentados a inteligência das pessoas, peixeiradas que até fazem corar de vergonha os mais duros e menos sensíveis, onde vale tudo em nome das maiores audiências. Deixem de mentir, caluniar, difamar, ter dois pesos e duas medidas, escolham gente credível e não meros cartilheiros sob a capa de comentadores independentes e depois, então, exijam. Mas até lá aindatêm um longo caminho a percorrer.

Nuno Saraiva, o nosso anão careca e sem pescoço de estimação, é o novo rosto do sportinguista calimero, em substituição do bebé chorão. Em vez de mimar o seu presidente e ter deixado Bruno de Carvalho sozinho na auto-estrada, a poucos minutos de fazer 46 anos, preferiu chorar, culpar a arbitragem de uma derrota que foi justa. Ninguém se admire se amanhã esta crise leonina ainda venha a ter um qualquer padrinho de outra cor que não o verde. O calimerismo é levado da breca, capaz de tudo, mas culpar novamente o vento... convenhamos, era demasiado, até para o Saraiva.
Saraiva, concentra-te no Bruno, olha que se ele sai...

F.C.Porto 1 - Sporting C.P. 0. Custou, mas à terceira fez-se justiça


Perante um Sporting a jogar para o nulo, três centrais, guarda-redes a queimar tempo desde o primeiro minuto, deram o tom, o F.C.Porto sem ser claramente dominador, foi melhor e mais perigoso na primeira-parte. Nesse período apenas faltou uma pontinha de sorte para que ao intervalo o conjunto de Sérgio Conceição estivesse na frente do marcador, como merecia - Brahimi e Herrera sozinhos na cara de Patrício falharam e Sérgio Oliveira ao poste, foram três oportunidades desperdiçadas pelos portistas, contra um remate com algum perigo de Ristovski, foi o balanço dos 45 minutos.

Na segunda-parte o Sporting assustou, esteve melhor até ao excelente golo de Soares, mas depois e tirando os últimos 5 minutos, o F.C.Porto esteve por cima, faltou Brahimi e Hernâni foi claramente uma substituição que não resultou.
Tudo somado, num bom e bem disputado jogo, vitória justa dos Dragões por uma vantagem que não sendo decisiva, é importante. É caso para dizer que custou, mas à terceira foi de vez. Agora concentração no campeonato, a segunda-mão ainda vem longe, com um golo e nenhum sofrido, podemos fazer o mesmo que o Sporting fez hoje, esperar por eles e sair no contra-ataque, temos gente para isso.

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